Um armazém de secos e molhados na praça Coronel Aristides — e um legado de família que hoje se torna curadoria, objeto e narrativa.
Aquela casa muito representou uma vida em Nova Lima. Quando se olha a velha construção lá na praça Coronel Aristides, apesar de todas as suas modificações, acontece uma volta ao passado e tem-se a impressão de se rever uma época fabulosa na história de nossa terra. Fundado no período de George Chalmers na Morro Velho, o armazém de secos e molhados e de mercadorias nacionais e estrangeiras sempre se preocupou em bem servir.
Iniciada sob a gerência de Aristides Ferreira, a firma comercial viu milhares de pessoas passando por suas portas, sabendo que todas ali encontrariam o que foram buscar, pois a Casa Aristides possuía a grande qualidade de suprir qualquer necessidade.
— Trecho retirado do livro "Do Fundo do Baú", de Maria Efigência Dias Lloyd



Cento e quarenta e cinco anos separam o armazém da praça Coronel Aristides do espaço que ele se torna agora — a mesma vocação de bem servir, em uma nova forma.
Hoje, a Casa Aristides renasce como um espaço de criação, curadoria e inovação — guiada por um legado que atravessa gerações.
Mais do que uma marca, torna-se uma plataforma atemporal onde tradição e contemporaneidade se entrelaçam, dando origem a uma seleção precisa de peças que expressam elegância, autenticidade e uma visão estética apurada.
Nesse novo começo, quem conduz essa narrativa é o Gato Aristides — nosso editor e contador de histórias. É ele quem anunciará as coleções, revelando aos poucos sua personalidade encantadora e olhar perspicaz sobre o mundo.
Editor-chefe: Gato AristidesLuana Magalhães — CEO
Mariana Savi — Diretora Criativa